Pó e relíquias esquecidas em armários. Mais pó. Dois cortes profundos, um em cada mão. Fartinha de carregar caixas e lixo. A vontade de partir para a agressão colectiva acabou disfarçada pela sangria do almoço. As máquinas ATM pesam que se farta, pelo menos assim pareceu pelo esforço que os senhores da Urbanos fizeram. Já percebo agora porque é que rebentam com elas em vez de as levaram em carrinhas de caixa aberta a meio da noite. O que me deixa muito triste, porque assim magoam o anão que vive lá dentro e nos dá dinheiro quando colocamos o cartão e o código secreto. Vocês pensam que é um sistema informático que trata disso, mas posso garantir-vos em primeira mão que não, é um anão. Só um. Aquele que também participa em todas as séries e programas de tv. Desconfio que é omnipresente, mas essa é uma teoria que deixo para explorar mais tarde. Ainda não levei com nada na cabeça. Descobri uma nova vocação, que envolve cabos e computadores. Estou a habituar-me à nova fauna que me cerca. A vista não é má. Em cada final, um começo.
Oh pá!!
ResponderEliminarEu sabia que era um anão!! Eu sabia!! :|
Eu desconfiava que também soubesses. Tu percebes muito de anões.
ResponderEliminarNo outro dia no escritório descobri um anão dentro da Xerox multifunções com uma máquina de escrever ao colo.
ResponderEliminarAposto que era o mesmo que também trabalha nos ATMs e aparece em todas as séries de tv...
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